sábado, 4 de julho de 2026

Anne

When he died, he chose to be buried in a simple grave in their small village, right next to his beloved Anne. 

She was born in 1928 with Down syndrome. 

Back in those days, the world was a very cruel place for children with intellectual disabilities. Society told parents to hide them away, feel ashamed, or lock them up in cold, dark institutions.

But Charles de Gaulle and his wife Yvonne completely rejected that idea. The very moment the doctors gave them the diagnosis, the General looked at his wife, hugged her tightly, and said, "It does not matter. Now, she is our joy."

Most people know Charles de Gaulle as the ultimate French hero. He was the tall, cold, and inflexible military man who stood up to Adolf Hitler and saved France during World War II. He looked like a leader made of stone, someone who never smiled and never showed an ounce of weakness. But behind that tough uniform, there was a completely different man. 

He was a deeply loving father with a beautiful secret, and her name was Anne.

They chose to build their whole lives around making Anne happy. They bought a quiet country house with a huge, walled garden just so Anne could run around freely, away from the mean stares and judgy whispers of strangers.

The most amazing part of the story is how the feared General transformed when he was with his little girl. The man who made world leaders tremble would come home, drop to his knees, and instantly become a total softie. He would spend hours singing popular songs to her, telling her stories, and letting her bounce on his lap. 

He even did silly dances and funny imitations just to hear her laugh. She was the only person in the entire world who could make this giant of a man totally let his guard down.

"Anne is my joy," he used to tell his closest friends. "She helps me overcome all the failures and all the greatness. For me, she is a gift from heaven."

Even during the darkest days of the war, when France was occupied by the Nazis, de Gaulle kept Anne close. He knew that under the Nazi regime, children with disabilities were targeted and murdered. He made sure his family escaped safely to England. 

Throughout the war, he carried a small photograph of Anne inside his uniform pocket, right next to his heart. Whenever the pressure of leading the French Resistance became too much to bear, he would look at her face to find the moral strength to keep fighting.

Years later, in 1962, that same photograph would save his life. De Gaulle miraculously survived a fierce assassination attempt when terrorists riddled his presidential car with bullets. 

One of the shots shattered the back window and slammed directly into the frame of Anne's photo, which his wife, Yvonne, was carrying in her purse. De Gaulle looked at the wreckage and said, 

"She protected me from heaven."

Sadly, Anne had passed away years earlier from a sudden bout of pneumonia in 1948, when she was only 20 years old. She died right in her father’s arms. The General was completely heartbroken. At her funeral, as he stood by her grave holding his wife's hand, he looked down and said, 

"Come, Yvonne. Now our little girl is just like the others."

After her death, the de Gaulle family created a foundation in her honor to care for young women with disabilities, funding it entirely with the money the General made from selling his books. 

They wanted to ensure that other vulnerable children would always have a safe, loving place to grow up, turning their personal heartbreak into a lasting legacy of pure compassion.

History will always remember Charles de Gaulle for his iron will, his brilliant political maneuvers, and the grand speeches that reshaped a nation. But his truest victory wasn’t won on a battlefield or signed in a treaty. 

It was found in the quiet corners of a walled garden, in the silly songs he sang to a little girl who loved him simply for being her dad. 

He proved that the greatest measure of a man’s strength isn't how well he fights the world, but how fiercely and tenderly he protects the ones within it.   

*We Are Human Angels*
Authors
Awakening the Human Spirit

We are the authors of 'We Are Human Angels,' the book that has spread a new vision of the human experience and has been spontaneously translated into 14 languages by readers.

We hope our writing sparks something in you!

#CharlesDeGaulle #InspirationalStories #FamilyFirst #DownSyndromeAwareness #TrueLove

sábado, 27 de junho de 2026

hey jules

》Era maio de 1968. Cynthia Lennon regressava de férias na Grécia quando abriu a porta de casa, em Kenwood, e encontrou o seu marido, John Lennon, sentado no chão, de pernas cruzadas, frente a frente com Yoko Ono. Olhavam-se nos olhos como se o mundo tivesse desaparecido. Yoko usava o robe de Cynthia. Os chinelos à porta do quarto completavam o que não precisava ser dito.

O que Cynthia fez a seguir não foi humano , foi quase sobre-humano.

Ela não gritou.
Não chorou.
Não quebrou nada.

Com uma calma que só o choque profundo consegue produzir, perguntou: “Gostariam de jantar?”

Tinha tomado o pequeno-almoço na Grécia, almoçado em Roma… poderiam jantar juntos em Londres.

Essa frase absurda, surreal perseguiu-a durante anos.

“Diante do meu marido e da sua amante ,usando o meu próprio robe, comportando-se como se eu fosse a intrusa… tudo o que consegui fazer foi agir como se estivesse tudo normal”, escreveu mais tarde. “Eu estava em choque. Funcionava em piloto automático.”

Mas o que mais doía… não era apenas a traição.

Era o cálculo.

John sabia que ela voltaria naquele dia. Aquela cena não foi um acidente. Foi encenada.
Ela foi feita para ver.

No dia seguinte, ele beijou-a no rosto como se nada tivesse acontecido. Disse que a amava. Disse que Yoko não significava nada, como disse sobre tantas outras mulheres antes.

Mas Cynthia sabia.

Desta vez… era o fim.

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O que veio depois é a parte que o mundo quase nunca conta.

Cynthia Lennon não se tornou a ex-esposa amarga que os jornais esperavam.
E motivos não lhe faltavam.

John pediu o divórcio e tentou culpá-la, acusando-a de adultério. Quando ela negou, ele cedeu , e assumiu a sua própria traição.

Ofereceu-lhe 75 mil libras.
Disse-lhe ao telefone: “É como ganhar na lotaria. Não vales mais do que isso.”

No final, ela recebeu 100 mil libras, a custódia do filho e um pequeno apoio anual.

Cem mil libras… de um dos homens mais ricos do mundo.

E ela foi embora.

Sem escândalos.
Sem vingança.
Sem destruir a imagem de um homem que ela conhecia melhor do que ninguém.

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Ela escolheu o silêncio.

Mudou-se para uma pequena cidade no País de Gales. Abriu um restaurante simples. Criou o filho, Julian, longe do caos da fama.

Enquanto John dominava capas de revistas, Cynthia cozinhava para desconhecidos… e ajudava o filho a fazer os trabalhos de casa.

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E há algo que o mundo precisa saber sobre Paul McCartney.

Quando John saiu… Paul não saiu.

Ele foi até a casa de Cynthia. Levou uma rosa vermelha. Tentou fazê-la sorrir. Brincou:
“E então, Cyn… e se nós nos casássemos?”

Ela riu.

No caminho de volta, dentro do carro, Paul começou a escrever uma música para o pequeno Julian.

“Hey Jules… don’t make it bad…”

Mais tarde, mudou para “Hey Jude”.

Tornou-se uma das músicas mais icónicas da história.

E o menino — a quem a música foi dedicada — só descobriria isso vinte anos depois.

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Cynthia viveu com dignidade num mundo que recompensa o barulho.

Quando publicou o seu livro, não foi para destruir, foi para contar.
Falou da dor, das traições, até da violência que sofreu… mas nunca deixou que o ódio fosse maior que o amor que um dia sentiu.

Quando John foi assassinado, ela não usou o momento para se vingar.

Ela chorou.

Pelo homem que amou.
Pelo pai do seu filho.
Pelo jovem que conheceu antes da fama o consumir.

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Cynthia Lennon não foi apenas “a primeira esposa”.

Ela foi a prova viva de algo raro:

Que é possível sair destruído… e ainda assim escolher não destruir ninguém.

Que a dignidade não é algo que se perde — é algo que se decide manter.

Num mundo onde todos gritam para serem ouvidos… ela escolheu o silêncio.

E, ainda assim, disse tudo.

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Ela foi a primeira a amar John Lennon.
E a última a perdê-lo… com elegância.

terça-feira, 28 de abril de 2026

lula e ladrão

O TEXTO É LONGO, Mas vale a pena ler, para saber do que essa esquerda é capaz:

Mantega e Toffoli fraudaram concurso que nomeou Messias procurador da Fazenda

Publicado em 20 de abril de 2026 por Tribuna da Internet

Reprovado no concurso, Messias foi “nomeado” assim mesmo

Carlos Newton

Em nome da liberdade de expressão, há alguns dias recebemos e publicamos na Tribuna da Internet um fortíssimo editorial da Gazeta do Povo contra Jorge Messias, afirmando que a aprovação de seu nome para ministro do Supremo Tribunal Federal deve ser considerada “uma traição à Pátria”.

Ao nosso ver, o artigo da Gazeta do Povo estaria exagerando nas críticas, porque Jorge Messias aparentemente não é melhor nem pior do que outros supostos “juristas” que compõem hoje o STF, onde é cada vez difícil vislumbrar a exigência constitucional de notório saber e reputação ilibada.

GRAVE DENÚNCIA – E agora, na reta de chegada da ascensão do Messias ao Supremo, a Tribuna da Internet recebeu uma grave denúncia contra ele e saiu em campo para investigar em profundidade a trajetória vitoriosa do “petista da vez”, que o presidente Lula da Silva resolveu nomear ao Supremo, com chances absolutas de aprovação pelo Senado.

A apuração transformou-se em enorme surpresa, ao revelar que Jorge Messias teve fraudado seu ingresso no serviço público em 2007 e está envolvido em sucessão de crimes, como Fraude em Certames de Interesse Público (art. 311-A), Usurpação de Função Pública (art. 328) e Falsidade Ideológica (art. 299), que inclui falsificação de dados biográficos em seu currículo.

E tudo isso é absolutamente transparente com as provas que a Tribuna obteve, todas baseadas em documentos públicos federais.

HISTÓRICO – Jorge Messias formou-se em Direito em 2003, na Universidade Federal de Pernambuco. Três anos depois, sem qualquer experiência forense, inscreveu-se no concurso para procurador da Fazenda Nacional, cuja prova final foi realizada em 28 de outubro de 2007.

Havia milhares de inscritos, porque se tratava de um concurso nacional de provas e títulos, para preenchimento de 250 vagas. As chances do jovem Jorge Messias eram mínimas, devido à inexperiência como advogado e por não ter títulos à exibição, num concurso cujas questões abrangiam Direito Constitucional, Tributário, Financeiro, Econômico, Administrativo, Internacional, Comercial, Civil, Processual Civil, Penal, Processual Penal, Trabalho, Processual do Trabalho e Previdenciário.

Sem mestrado, doutorado e pós-graduação, sem haver publicado ensaios nem obras, e também sem experiência no magistério jurídico, o candidato Jorge Messias, que tinha então apenas 26 anos, jamais havia atuado em advocacia, pois seus currículos assinalam que no período de 2002 a 2006 ele trabalhou como “técnico bancário” na Caixa Econômica Federal, em Recife, e simultaneamente como “gerente” do Teatro Marrocos.

CONCURSO ANULADO – A primeira prova objetiva, com cinco horas de duração, realizou-se em 2 de setembro de 2007, mas foi anulada no dia 20 de setembro pelo Edital nº 90 da Escola de Administração Fazendária (ESAF), que marcou a nova prova para 28 de outubro.

Assinam o edital de anulação o presidente do Conselho Superior da AGU, Evandro Costa Gama; a procuradora-geral da Fazenda, Rosângela Silveira de Oliveira; o procurador-geral da União, Luis Henrique Martins dos Anjos; o consultor-geral da União, Ronaldo Jorge Araújo Vieira Jr.; o corregedor-geral da Advocacia da União, Aldemario Araújo Castro; a representante da carreira de Advogado da União, Tania Patricia de Lara Vaz; o representante da carreira do Procurador da Fazenda Nacional, José Valter Toledo Filho; e a diretora-geral da ESAF (Escola de Administração Fazendária), Maria Cristina MacDowell Dourado de Azevedo.

O edital foi publicado no Diário Oficial da União, de 24 de setembro de 2007, Seção 3.

BRECHA PARA FRAUDE – Essa anulação da prova do concurso público foi exatamente a brecha que possibilitou a fraude.

Numa rapidez impressionante, nove dias depois da realização da prova final, que ainda nem tinha sido corrigida, o então ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o ministro da AGU, Dias Toffoli, resolveram fazer nomeações ilegais, desprezando a suspensão da validade do concurso e descumprindo a Constituição (Art. 37, inciso IV) e a jurisprudência do Supremo, que determinam nomeação prioritária pela ordem de classificação.

Foi assim, sem a menor hesitação, que Mantega e Toffoli nomearam ilegalmente dezenas de novos procuradores da Fazenda – entre eles, o inexperiente Jorge Messias.

PORTARIA ILEGAL – Essas estranhas, apressadas e irregulares nomeações foram autorizadas numa Portaria Conjunta assinada pelos dois ministros em 6 de novembro de 2007, antes mesmo de serem corrigidas as provas e avaliados os títulos, repita-se.

Aliás, a divulgação da lista dos aprovados só ocorreria no Diário Oficial em 1º de julho de 2008, quase nove meses depois das nomeações determinadas por Mantega e Toffoli, que não respeitaram a ordem de classificação.

Obviamente, na forma da lei, nenhum candidato poderia ser nomeado antes da obrigatória publicação da lista de aprovados no Diário Oficial da União.

FALSA JUSTIFICATIVA – Ao cometer a fraude, Mantega e Toffoli tiveram de “inventar” uma justificativa para nomear essa lista de advogados ligados ao PT, que tinham fracassado na primeira prova anulada e sabiam não ter chance na prova final. Um desses advogados protegidos pelo governo petista era justamente o pernambucano Jorge Rodrigo Araújo Messias.

Na Portaria Conjunta, Mantega e Toffoli decidem “NOMEAR, para cargos efetivos de Procurador da Fazenda Nacional de 2ª Categoria, os candidatos aprovados e classificados no referido concurso público, que requereram sua recolocação no final da lista de aprovados, relacionados em Anexo. ”

Como ocorre na maioria dos atos cotidianos de Mantega e Toffoli, a justificativa não faz o menor sentido. Ora, se esses candidatos petistas já estavam “aprovados e classificados”, por que iriam requerer “sua recolocação no final da lista de aprovados”?

ERROS GROSSEIROS – O pequeno texto de justificativa contém outros erros grosseiros. O principal deles é que, se esses candidatos realmente tivessem solicitado entrar “no final da lista de aprovados”, jamais poderiam ser nomeados, porque à frente deles havia exatos 1.148 concorrentes, sendo 265 “aprovados/classificados” e 883 “aprovados/não-classificados”, segundo a longa lista publicada no Diário Oficial de 1º de julho de 2008.

Este Edital da ESAF que publicou a verdadeira lista cita um a um os 1.148 aprovados e esclarece que os demais, cujos nomes não contam nas duas listas, “são considerados reprovados”.

Entre esses milhares de “reprovados” estava Jorge Messias, porque seu nome não aparece entre os 1.148 “aprovados-classificados” ou “aprovados/não-classificados”.

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PS 1 – Como se vê, a nomeação de Messias para procurador da Fazenda Nacional foi uma fraude monumental, que está impune até hoje e vai possibilitar na digníssima Suprema Corte a posse de um falsário de carteira assinada, digamos assim.

PS 2 – O assunto é apaixonante e voltaremos a ele amanhã, mostrando mais detalhes da fraude cometida por Mantega e Toffoli, assim como as ilegalidades de Jorge Messias, que jamais poderá ser considerado um advogado acima de qualquer suspeita. No entanto, mesmo com essa biografia execrável, ele deverá ser o próximo ministro do Supremo, segundo os prognósticos de toda a mídia. (CN)

domingo, 5 de abril de 2026

Aristide

》Boris III da Bulgária: o rei que desobedeceu ao mal

No meio do caos da Segunda Guerra Mundial, a Bulgária se mostrou aliada do regime nazi. As bandeiras com a suástica ondavam nas varandas e os tratados assinados com Berlim pareciam selar a sua lealdade. Mas por trás dessa fachada de obediência, um rei calado escondia algo mais poderoso do que qualquer arma: uma consciência viva.

Seu nome era Boris III, um monarca raro. Não procurava glória nem expansão; preferia floresta, ar da montanha e conversas sinceras com camponeses. Governou um pequeno país no meio de um continente devorado por gigantes.

Em 1943, uma ordem veio de Berlim: deportar os judeus búlgaros para os campos de concentração. Os trens já estavam à espera, as listas estavam escritas e os alemães exigiam cumprimento imediato. Mas algo inesperado aconteceu: o povo búlgaro recusou. Bispos, professores, parlamentares e cidadãos comuns levantaram a voz em defesa dos seus vizinhos.

O rei ouviu esse clamor e decidiu enfrentar Hitler. Convocou os diplomatas alemães e pronunciou uma frase que faria a diferença entre a barbárie e a humanidade:

> “A Bulgária não tem judeus para deportar.
Tem cidadãos búlgaros. ”

Aquelas palavras pararam os comboios. Quarenta e oito mil vidas foram salvas graças a uma desobediência moral que pode custar a sua.

Pouco depois, em 28 de agosto de 1943, Boris foi convocado para Berlim. Voltou doente e morreu dez dias depois. A versão oficial falou de ataque cardíaco; muitos suspeitaram de envenenamento.

O rei que não procurou poder nem fama escolheu algo mais difícil: não obedecer ao mal.
Seu gesto silencioso ficou como um dos atos mais corajosos da guerra.

Porque, às vezes, a verdadeira grandeza não está em conquistar impérios.
mas em salvar vidas.

Lula é ladrão

“Os brasileiros não aguentam mais Lula.” A fala é da deputada norte-americana María Elvira Salazar, filha de exilados do regime comunista cubano. Ela fez novas acusações contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, além de apostar que ele será derrotado nas eleições presidenciais de outubro, caso decida concorrer à reeleição de um quarto mandato. 

A congressista alega que Lula é alinhado a “ditadores da América Latina”, defende criminosos e governa com uma “cartilha” que envolve censura e perseguição a opositores. Salazar também critica o que chamou de tentativa de silenciar vozes e fechar plataformas digitais, afirmando que o governo enquadra todas essas ações como defesa da democracia. 

“Os brasileiros estão cansados de Lula. Ele ficou ao lado de ditadores da América Latina, defendeu criminosos e agora governa com a mesma cartilha, que silencia vozes, fecha plataformas e persegue oponentes. Ele chama isso de ‘defender a democracia’. O povo do Brasil sabe a verdade”, declarou a parlamentar. 

“O Brasil não vai retroceder. A liberdade vai vencer, e Lula será derrotado nas urnas”, emendou. A congressista externou ainda que o governo Lula não segue os princípios da democracia, mas do autoritarismo em larga escala.

Jornalista premiada e atuante na Câmara dos EUA desde 2021, María representa o 27º distrito da Flórida. Publicamente, ficou conhecida por confrontar ditadores latino-americanos, incluindo Fidel Castro, Augusto Pinochet e Nicolás Maduro. Salazar é hoje presidente do Subcomitê do Hemisfério Ocidental, que integra o Comitê de Relações Exteriores da Câmara dos EUA, e atua contra regimes autoritários na América Latina. 

Salazar é coautora do projeto de lei “No Censors on Our Shores Act”, que busca impedir que agentes públicos estrangeiros que violem a liberdade de expressão de cidadãos americanos entrem ou permaneçam nos Estados Unidos. 

O texto foi elaborado especialmente após as ações de Alexandre de Moraes contra a plataforma X/Twitter, de Elon Musk, no Brasil. O projeto está na lista para ser votado pelo plenário da Câmara dos EUA, após ter sido aprovado pelo Comitê do Judiciário.

Bulgarie Burkina de la

》Boris III da Bulgária: o rei que desobedeceu ao mal

No meio do caos da Segunda Guerra Mundial, a Bulgária se mostrou aliada do regime nazi. As bandeiras com a suástica ondavam nas varandas e os tratados assinados com Berlim pareciam selar a sua lealdade. Mas por trás dessa fachada de obediência, um rei calado escondia algo mais poderoso do que qualquer arma: uma consciência viva.

Seu nome era Boris III, um monarca raro. Não procurava glória nem expansão; preferia floresta, ar da montanha e conversas sinceras com camponeses. Governou um pequeno país no meio de um continente devorado por gigantes.

Em 1943, uma ordem veio de Berlim: deportar os judeus búlgaros para os campos de concentração. Os trens já estavam à espera, as listas estavam escritas e os alemães exigiam cumprimento imediato. Mas algo inesperado aconteceu: o povo búlgaro recusou. Bispos, professores, parlamentares e cidadãos comuns levantaram a voz em defesa dos seus vizinhos.

O rei ouviu esse clamor e decidiu enfrentar Hitler. Convocou os diplomatas alemães e pronunciou uma frase que faria a diferença entre a barbárie e a humanidade:

> “A Bulgária não tem judeus para deportar.
Tem cidadãos búlgaros. ”

Aquelas palavras pararam os comboios. Quarenta e oito mil vidas foram salvas graças a uma desobediência moral que pode custar a sua.

Pouco depois, em 28 de agosto de 1943, Boris foi convocado para Berlim. Voltou doente e morreu dez dias depois. A versão oficial falou de ataque cardíaco; muitos suspeitaram de envenenamento.

O rei que não procurou poder nem fama escolheu algo mais difícil: não obedecer ao mal.
Seu gesto silencioso ficou como um dos atos mais corajosos da guerra.

Porque, às vezes, a verdadeira grandeza não está em conquistar impérios.
mas em salvar vidas.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

criança feliz

Ela tinha oito anos quando deixou de ser filha e passou a ser aposta.
Não em metáfora.
Em valor real, lançado sobre uma mesa suja de cartas.

O pai perdeu a última rodada e, com ela, perdeu a menina.

A irmã mais velha tinha três horas.
Três horas antes que um homem viesse buscá-la como quem reclama uma posse.

Deadwood, Território de Dakota, 1877.

Thomas Garrett já tinha perdido tudo para a bebida, para o jogo e para o próprio vazio. No salão Gem, sem dinheiro e sem saída, aceitou a proposta do homem que vencera a mão — um empreiteiro conhecido por levar crianças para acampamentos mineiros.

Quitar a dívida.
Entregar a filha mais nova.

A pena tremeu, mas assinou.
E naquele gesto condenou uma criança de oito anos a um lugar onde mãos pequenas sangravam separando minério, e muitos não sobreviviam até os quinze.

Quando Sarah Garrett, com quinze anos, chegou em casa depois de um dia inteiro lavando roupa e soube do que o pai fizera, ela não gritou.
Não chorou.
Não caiu.

Ficou quieta.
Deixou o peso da realidade pousar.
E pensou.

Três horas.
Uma chance frágil.
E algo que o pai nunca teve: clareza.

Sarah sabia que o contrato existia para parecer legal. Sabia também que a cidade tinha um juiz recém-nomeado que afirmara publicamente: nenhuma criança pode pagar a dívida de um adulto.

Antes do amanhecer, enquanto Deadwood ainda dormia, ela caminhou até o tribunal.

O juiz não estava.
O secretário, sim.

Ela contou tudo com a voz trêmula, mas firme. Expôs cláusula por cláusula, explicou a ilegalidade, denunciou a servidão por dívida e o estado de embriaguez do pai no momento da assinatura.

O secretário ouviu.
E acordou o juiz.

Ao meio-dia, quando o homem voltou para buscar Emma, encontrou Sarah na porta segurando um documento com selo judicial.

Ele recuou.

Naquela tarde, o contrato foi anulado. O juiz declarou a transação ilegal e retirou Thomas Garrett de qualquer autoridade sobre as filhas. Em seguida, fez o impensável: reconheceu Sarah, quinze anos, como tutora provisória da irmã.

Mas a vitória não trouxe conforto.

Duas meninas.
Sem casa.
Sem pais.
Sem dinheiro.

Sarah bateu a portas, ofereceu trabalho duro em troca de teto e comida. Quatro recusaram. Uma viúva aceitou.

Por três anos, Sarah trabalhou dezesseis horas por dia. Guardou cada moeda. Dormiu pouco. Não reclamou.
Até abrir a própria lavanderia.
Depois, comprar o prédio.
Depois, empregar mulheres e pagar salários justos.

Emma estudou. Cresceu. Tornou-se professora. Depois diretora. Depois defensora das leis contra o trabalho infantil.

Sarah nunca se casou.
“Já criei uma menina”, dizia. “E fiz melhor do que muitos.”

Quando morreu, chamaram-na de empresária.

Mas a verdade era outra.

Ela foi uma garota de quinze anos que, com um livro, uma mente lúcida e três horas, salvou a irmã — e transformou uma tragédia em legado.

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segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Antônio Russo

Em outubro de 1917, um navio de passageiros que levava imigrantes italianos rumo a Nova York foi apanhado por uma tempestade violenta no Atlântico. Entre eles estavam Antonio Russo, carpinteiro de 28 anos, e sua filha Maria, de apenas cinco.

A esposa de Antonio havia m0rrido no parto dois anos antes. A América era sua última esperança: fugir da pobreza e dar à filha um futuro que a Itália já não oferecia.

Por volta das duas da manhã, ondas gigantescas romperam o convés. A água invadiu os compartimentos inferiores, onde dormiam os passageiros da terceira classe. O navio começou a adernar. Gritos tomaram os corredores. Pessoas se empurravam, tropeçavam, caíam, tentando alcançar as escadas.

Antonio arrancou Maria do beliche e avançou contra a multidão, mantendo-a acima da água que subia rapidamente. Mas o alagamento era rápido demais. O navio, inclinado demais. A saída, distante demais.

Ele entendeu a verdade que não admite negociação: não chegariam aos botes.

Restavam minutos.

Em meio ao caos, Antonio alcançou uma escotilha arrebentada pela tempestade. Era estreita, pequena — mal cabia uma criança. Do outro lado, apenas o Atlântico negro e gelado. Ao longe, fachos de luz cortavam a escuridão: barcos de resgate se aproximavam.

Ele olhou para Maria, apavorada, chorando, agarrada ao seu pescoço.

E fez a escolha que definiria tudo.

Antonio empurrou a filha pela escotilha.

Maria gritou ao cair no mar. Antonio gritou de volta, a voz rasgando a tempestade:

“Nade, Maria! Nade em direção à luz! Os navios estão chegando! Nade!”

Ele sabia que ela tinha uma chance.
Sabia que ele não tinha.

O navio afundou sete minutos depois. Antonio Russo m0rreu af0gado junto com outros 117 passageiros da terceira classe, presos nos compartimentos inferiores. Seu c0rp0 nunca foi encontrado.

Maria foi resgatada quarenta e cinco minutos depois, com hipotermia severa, à beira da m0rte — mas viva. Tinha cinco anos, estava órfã, traumatizada, em um país estrangeiro, sem falar inglês.

Foi levada para um orfanato em Nova York. Durante anos, acreditou que o pai ainda pudesse estar vivo. Ninguém lhe explicou o que havia acontecido. A esperança virou confusão. A confusão virou dor.

Ela passou a acreditar no impensável: que o pai a havia abandonado. Que jogá-la no oceano significava que ele não a queria.

Viveu com essa ideia por vinte e cinco anos.

A verdade só veio quando tinha trinta. Um pesquisador, ao revisar registros do naufrágio de 1917, encontrou o nome de Antonio Russo entre os m0rtos. Só então Maria compreendeu: o pai havia se sacrificado para que ela vivesse.

Maria Russo viveu até 2004, falecendo aos 92 anos.

Em 1995, aos 83, contou sua história em uma entrevista:

“Achei que meu pai estava me m4tando. Não entendi que ele estava me salvando. Pensei, por anos, que ele tinha me jogado fora. A verdade é que ele me lançou em direção à vida.”

Maria se casou. Teve quatro filhos, nove netos e seis bisnetos — trinta e uma vidas que existiram porque um homem fez uma escolha impossível no escuro do Atlântico.

“Cada aniversário da minha vida existe porque meu pai me escolheu. Vejo o rosto dele naquela escotilha todas as noites. Ouço ele gritar ‘nade em direção à luz’. Estou nadando em direção à luz há setenta e oito anos. Espero tê-lo deixado orgulhoso.”

Suas últimas palavras sobre Antonio Russo foram simples:

“Obrigada, papai. Obrigada por me lançar em direção à vida. Ti amo.”

Alguns atos de amor atravessam gerações.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2025

parado o racismo é a ideologia dos idiotas

》Em 1935, em um escritório do Terceiro Reich, Adolf Hitler ofereceu um cargo diplomático a um dos militares mais famosos da Alemanha: Paul von Lettow Vorbeck.

Não era um general qualquer. Durante a Primeira Guerra Mundial, tinha liderado a campanha alemã na África Oriental com uma guerra de guerrilha tão eficaz que nunca foi derrotada. O seu exército, composto em grande parte por soldados africanos, foi o único contingente alemão que se rendeu invicto no final do conflito. No seu tempo, era uma lenda viva.

Hitler queria-o como embaixador no Reino Unido. Para o regime nazi, o seu prestígio internacional era um bem valioso.

Mas Lettow Vorbeck não partilhava a visão do novo poder alemão.

Tinha enviado tropas negras e tratado como iguais, protegendo-as do racismo de oficiais brancos e da discriminação institucional. Essa experiência marcou sua maneira de entender o mundo. Não simpatizava com o anti-semitismo, nem com a ideologia racial, nem com a teatralidade autoritária do nazismo.

Quando Hitler lhe fez a proposta, Lettow Vorbeck não se mostrou honesto. Levantou-se e rejeitou-a diretamente.

Décadas depois, nos anos 60, o historiador britânico Charles Miller entrevistou um antigo oficial da sua unidade. Perguntou-lhe se o boato era verdade.

“Von Lettow realmente disse a Hitler para ir para o inferno? ”

A resposta foi seca.

“Sim. Mas não o disse de forma educada. ”

Um homem que tinha sobrevivido a impérios, guerras e selvas africanas permitiu-se algo impensável para muitos em 1935: dizer não a Hitler, olhá-lo nos olhos e rejeitar sua oferta sem medo.

Não foi um gesto heróico no sentido épico. Não mudou o curso da história. Mas ficou como uma cena rara de dignidade pessoal numa época em que o silêncio e a obediência eram a norma.

Às vezes, a história também avança graças àqueles que se recusam a baixar a cabeça.

terça-feira, 16 de dezembro de 2025

jamais ofenda o povo de Deus

Operação Cólera de Deus: A Caça aos Responsáveis pelo Massacre de Munique.

A Operação Cólera de Deus (em hebraico: מבצע זעם האל, Mivtza Za'am Ha'el) foi uma operação secreta de Israel para caçar e matar os responsáveis pelo massacre de Munique, que ocorreu durante os Jogos Olímpicos de 1972.

O Massacre de Munique

Em 5 de setembro de 1972, um grupo de terroristas palestinos do grupo Setembro Negro invadiu a Vila Olímpica de Munique, na Alemanha Ocidental, e sequestrou 11 atletas israelenses. Os terroristas exigiam a libertação de 234 prisioneiros palestinos em Israel e a libertação de Andreas Baader e Ulrike Meinhof, líderes da Fração do Exército Vermelho alemã.

A operação de resgate alemã fracassou, e todos os 11 atletas israelenses foram mortos, juntamente com 5 dos 8 terroristas. O massacre chocou o mundo e levou a uma onda de condenação internacional.

A Operação Cólera de Deus

Em resposta ao massacre, o governo israelense, liderado pelo primeiro-ministro Golda Meir, autorizou a Mossad, a agência de inteligência israelense, a caçar e matar os responsáveis pelo massacre.

A Operação Cólera de Deus foi lançada em 1972 e durou vários anos. A Mossad criou uma equipe de agentes secretos, conhecida como "Caça aos Terroristas", para localizar e eliminar os responsáveis pelo massacre.

Os Alvos

A lista de alvos incluía:

- Ali Hassan Salameh, o líder do Setembro Negro e um dos principais responsáveis pelo massacre.
- Abu Daoud, um dos planejadores do massacre.
- Mahmoud Hamshari, um dos líderes do Setembro Negro.
- Hussein Abad al-Chir, um dos envolvidos no sequestro e assassinato dos atletas israelenses.

As Mortes

A Operação Cólera de Deus resultou na morte de vários líderes palestinos, incluindo:

- Wael Zwaiter, morto em Roma em 16 de outubro de 1972.
- Mahmoud Hamshari, morto em Paris em 8 de dezembro de 1972.
- Hussein Abad al-Chir, morto em Nicosia em 24 de janeiro de 1973.
- Ali Hassan Salameh, morto em Beirute em 22 de janeiro de 1979.

Controvérsias

A Operação Cólera de Deus foi criticada por alguns por ter resultado na morte de inocentes e por ter sido uma forma de assassinato extrajudicial. Além disso, a operação também foi criticada por ter sido ineficaz em prevenir futuros ataques terroristas.

No entanto, a operação também é vista como um exemplo de como Israel pode se defender contra o terrorismo e proteger seus cidadãos. A Operação Cólera de Deus é considerada uma das operações mais importantes da história da Mossad e um marco na luta contra o terrorismo.

histórias de sofrimento e dor

》Imagina este momento. Você está de pé no convés de um barco no porto de Havana. Você vê as luzes da cidade a piscar a algumas centenas de metros. A segurança está ali.
Mas você não pode alcançá-la.

O capitão Gustav Schröder observou 937 passageiros — homens, mulheres e crianças — observando essas luzes com um desespero crescente. Tinham vendido tudo o que tinham. Eles tinham deixado para trás o único lar que tinham conhecido. Eles tinham escapado da Alemanha Nazi com apenas esperança e permissões de desembarque cubanos.

As licenças não valiam nada.

Cuba tinha mudado de ideias. O governo declarou esses documentos inválidos. Apenas 28 passageiros puderam sair do navio. Os outros — mais de 900 — ficaram presos.

Schröder era capitão do mar há décadas. Tinha navegado pelo mundo inteiro. Mas nunca enfrentei nada assim.

Não eram apenas passageiros. Eram pessoas que corriam pela vida.

Vi-os durante as duas semanas de viagem desde Hamburgo. Famílias celebrando sua fuga. Crianças brincando no convés. Pessoas planejando suas novas vidas nos EUA. Ele tinha assegurado que eles pudessem realizar serviços religiosos judeus. Tratou-os como convidados de honra, não como refugiados.

E agora via alguns tentarem suicidar-se antes de voltar para a Alemanha.

Sua tripulação teve que vigiar os corrimões. Ficar de vigia dia e noite. Porque essas pessoas sabiam o que as esperava em casa. Campos de concentração. Tortura. Morte.

Durante dias, Schröder lutou pelos seus passageiros. Negociou com funcionários cubanos. Enviou telegramas. Implorou. Mas Cuba não cedia.

Chegou a ordem: abandonar imediatamente as águas cubanas.

Schröder navegou para norte, ao longo da costa da Flórida. Tão perto de Miami que os passageiros podiam ver as luzes da cidade. Alguns cumprimentaram as pessoas na praia. Tenho a certeza que os EUA ajudaria.

A América disse que não.

Guarda Costeira dos EUA. Os EUA seguiu o navio para garantir que ele não tentava desembarcar ninguém. As taxas de imigração estavam cobertas. Sem exceções. Nem mesmo para crianças que fugiam da morte.

Os passageiros enviaram telegramas desesperados para o Presidente Roosevelt. Por favor, vá lá. São pessoas inocentes. Eles só querem viver.

Eles não receberam resposta.

O Canadá também disse que não.

Em meados de junho, Schröder estava sem opções. Sua companhia ordenou que você voltasse para a Alemanha. Devolver os passageiros àquilo que eles tinham tentado fugir com todas as suas forças.

Aqui está o momento que definiu Gustav Schröder.

Eu podia ter obedecido a ordens. Voltar para Hamburgo. Entregar os passageiros aos nazis. Mantenha o seu emprego. Mantendo-se seguro.

Em vez disso, ele fez um anúncio que chocou o mundo.

Eu não levaria essas pessoas de volta para a Alemanha Nazi. Se nenhum país os aceitasse, encalharia seu navio na costa inglesa. Obrigaria a Grã-Bretanha a enfrentar a situação. O que for preciso.

Não era só desafiar ordens. Era arriscar tudo. A carreira dele. Sua liberdade. Possivelmente a sua vida. Não desafiavas o regime nazi e saías ileso.

Mas Schröder tinha visto as crianças brincarem no seu disfarce. Tinha visto as famílias abraçarem-se enquanto Cuba os rejeitava. Tinha testemunhado pessoas tão desesperadas que preferiam morrer do que voltar.

Não podia entregá-los à morte. Simplesmente não podia.

Sua ameaça funcionou.

De repente, os países começaram a prestar atenção. Organizações judaicas intensificaram seus esforços. Negociações que tinham sido ignoradas tornaram-se urgentes.

Quatro países finalmente deram um passo em frente: Grã-Bretanha, França, Bélgica e Países Baixos.

Em 17 de junho de 1939, St. Louis atracou na Bélgica. Os passageiros foram divididos entre as quatro nações. Não era perfeito — muitos acabaram em países que a Alemanha invadiria em menos de um ano. Mas não era a Alemanha Nazi. Não foi uma morte imediata.

Os passageiros choravam ao se despedir do seu capitão. Aquele homem tinha lutado por eles quando o mundo inteiro lhes virou as costas. Tinha-os tratado com dignidade quando outros os viam como um problema a resolver.

Schröder voltou para a Alemanha em silêncio. Continuou a trabalhar como capitão durante a guerra. Nunca falou muito sobre o que tinha feito. Pensei que tinha simplesmente cumprido o seu dever: proteger os seus passageiros.

A história não tem um final perfeito.

Das 937 pessoas que saíram de Hamburgo, os 287 que foram para a Grã-Bretanha sobreviveram na sua grande maioria à guerra. Mas cerca de 254 dos que acabaram na Europa continental morreram no Holocausto quando a Alemanha invadiu suas novas casas.

Se os EUA tivessem dito sim, a maioria teria vivido para ver seus netos.

Mas é isso que importa: a recusa de Schröder em se render salvou centenas de vidas. Cada pessoa que sobreviveu — que viveu para abraçar seus filhos, perseguir seus sonhos, envelhecer — devia a vida a um capitão alemão que decidiu que obedecer a ordens não era mais importante do que salvar pessoas.

Morreu em 1959, muito antes do mundo reconhecer o que tinha feito. Em 1993, Israel nomeou-o "Justo entre as Nações", uma honra para os não-judeus que arriscaram tudo para salvar vidas judaicas durante o Holocausto.

A viagem de St. Louis passou a ser conhecida como a “Viagem dos Condenados”. Um lembrete de como o mundo falhou com pessoas que precisavam desesperadamente de ajuda. De como o medo e o preconceito custaram vidas.

Mas também é uma prova de que uma pessoa pode fazer a diferença.

Schröder não podia mudar as políticas dos governos. Não podia obrigar os países a abrir as suas portas. Não podia parar o Holocausto.

Mas podia recusar-se a fazer parte disso. Podia tratar pessoas desesperadas com dignidade. Podia arriscar tudo antes de os entregar à morte.

E, às vezes, isso é o suficiente para mudar tudo para as pessoas mais importantes.

sábado, 13 de dezembro de 2025

não existe substituto para a Vitória

*CONVOCAÇÃO NACIONAL PARA MANIFESTAÇÃO 🇧🇷*

Patriotas, é hora de agir!

Amanhã, nossas vozes se unirão nas ruas em uma manifestação pacífica que ecoará por todo o Brasil! Cada cidade, cada estado, tem seu papel fundamental nessa luta.

*PAUTAS:*
- Anistia ampla, geral e irrestrita
- Contagem pública dos votos
- Liberdade para Bolsonaro

Se não há caminho para a anulação dos processos, queremos a anistia! É essencial que todos se mobilizem em suas localidades, organizando-se para que nossa mensagem de paz e determinação seja ouvida.

Mostre sua força! Leve faixas com pedidos de anistia, bandeiras do Brasil e fotos de presos políticos e exilados do 8 de janeiro. Cada detalhe conta!

*Amanhã, DOMINGO, DIA 14, a partir das 14:00.* Lembre-se: alguns lugares terão horários diferentes, então, organize-se com sua comunidade!

Vamos juntos pressionar nas ruas e mostrar a força do povo patriota em busca da liberdade. Não podemos nos calar!

*Desperta, Brasil!* Juntos somos mais fortes!

domingo, 7 de dezembro de 2025

nilvan Ferreira pode ser eleito deputado estadual

O comunicador e pré-candidato a deputado estadual, Nilvan Ferreira reagiu, nesta terça-feira (11), às resistências dentro do PL em relação ao seu retorno à legenda. A declaração foi feita em entrevista exclusiva ao programa Arapuan Verdade, onde Nilvan afirmou que sua filiação foi uma determinação direta do ex-presidente Jair Bolsonaro, e não uma articulação pessoal do ex-ministro Marcelo Queiroga.

“Eu não ia mais comentar esse tipo de assunto, mas o meu papel aqui é fazer a defesa do ministro Marcelo Queiroga. Não teve interesse pessoal nenhum dele. A minha filiação foi tratada entre mim e o ex-presidente Bolsonaro”, afirmou Nilvan.

O comunicador revelou ainda que a decisão foi tomada em Brasília, antes da prisão de Bolsonaro, e que Queiroga apenas cumpriu uma orientação do líder nacional do partido. “Bolsonaro chamou Queiroga na sede do PL e disse: ‘Eu quero Nilvan de volta ao partido’. Chegaram até a tirar uma foto, registrada pelo próprio Bolsonaro, simbolizando a minha filiação”, contou.

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heróis esquecidos do Brasil

Hoje o Brasil reverencia a memória do policial federal Hélio Carvalho de Araújo, assassinado por terroristas da VPR há 55 anos. Ele tombou em combate quando tentava impedir o seqüestro do Embaixador da Suíça, em 7 de dezembro de 1970.

Naquele dia, o automóvel que conduzia o diplomata foi cercado por sete elementos, que planejavam raptá-lo para chantagear o governo brasileiro e forçá-lo a soltar 70 subversivos presos.

Araújo estava no banco traseiro, ao lado do Embaixador, quando o carro foi abordado. Tentou sacar sua arma, sendo então alvejado nas costas por Carlos Lamarca, posicionado atrás do veículo. O disparo atingiu-lhe a coluna e paralisou-lhe os membros imediatamente. O Embaixador, Giovanni Enrico Bücher, foi levado para o cativeiro e libertado semanas depois, quando o governo soltou os 70 terroristas.

Deve-se destacar que Araújo não morreu na hora. Agonizou no hospital por três dias antes de falecer. Foi sepultado com honras de Estado na presença do Almirante Augusto Hamann Rademaker Grünewald, Vice-Presidente da República, em 11 de dezembro de 1970...

Glória aos mártires imolados no altar da Pátria!

quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

quem ousa vence

Em 1941, no calor da Segunda Guerra Mundial, surgia uma das forças mais temidas e respeitadas do planeta: o Special Air Service. Criado pelo jovem oficial escocês David Stirling, o SAS nasceu de uma ideia ousada, atacar o inimigo em silêncio, por trás das linhas, usando pequenas equipes altamente treinadas. Sua primeira missão no deserto do Norte da África provou que uma unidade leve, móvel e furtiva podia causar danos imensos ao inimigo. Assim começava a lenda.

   David Stirling acreditava que o futuro da guerra não estaria nos exércitos de massa, mas em unidades pequenas e flexíveis. Com o apoio do 8º Exército Britânico, formou o SAS para destruir aeronaves, veículos e depósitos inimigos, e desaparecer antes que o inimigo reagisse. Sua visão mudaria para sempre o modo como as forças armadas enxergam a guerra de sabotagem e infiltração.

  O SAS ficou conhecido por suas ações no Deserto da Líbia, sabotando bases aéreas alemãs e italianas. Usando jipes carregados de explosivos e metralhadoras, eles destruíam dezenas de aviões em ataques-relâmpago. O sucesso foi tão grande que Rommel chegou a ordenar patrulhas exclusivas para caçar os “fantasmas do deserto”.

  Após a captura de Stirling em 1943, o comando passou ao Major Paddy Mayne, um homem lendário por sua coragem e brutal eficiência. Sob sua liderança, o SAS intensificou ataques noturnos e sabotagens na Itália e no norte da França, preparando terreno para o Dia D. Mayne foi condecorado quatro vezes com a Distinguished Service Order, um feito quase inédito.

   Com o fim da Segunda Guerra Mundial, o SAS foi temporariamente dissolvido, mas a experiência adquirida era valiosa demais para ser perdida. Em 1947, ele renasceu como parte das forças regulares britânicas, adaptando-se aos novos desafios da Guerra Fria, da Malásia ao Oriente Médio.

  Durante as décadas seguintes, o SAS se envolveu em conflitos secretos pelo mundo. Atuou em operações de contra insurgência em Omã, na Irlanda do Norte, e mais tarde, em missões antiterrorismo. Sua atuação na libertação dos reféns da embaixada iraniana em Londres, em 1980, transmitida ao vivo, revelou ao mundo a precisão e a frieza de seus operadores.

   Who Dares Wins, “Quem ousa vence”. O lema do SAS não é apenas uma frase; é um código de conduta. Cada integrante é treinado para operar sozinho em território hostil, suportar tortura psicológica e agir com total autonomia. O treinamento é tão extremo que poucos conseguem concluí-lo. Mas quem o faz, entra para uma irmandade quase mítica.

  
  Após o 11 de Setembro, o SAS tornou-se parte essencial da “guerra ao terror”. Atuou no Afeganistão, Iraque, Síria e em operações secretas na África. Seu papel foi crucial na caçada a líderes da Al-Qaeda e do Estado Islâmico. Mesmo quando os governos negam, é quase certo que o SAS está lá, operando nas sombras.

   Hoje, o SAS adapta-se às guerras cibernéticas, aos drones e à inteligência artificial. Suas missões envolvem desde sabotagem eletrônica até infiltrações em ambiente urbano e digital. O espírito de Stirling, porém, permanece o mesmo: agir com audácia, precisão e invisibilidade. O futuro pode mudar a tecnologia, mas não a alma do SAS.

terça-feira, 2 de dezembro de 2025

o comunismo é inimigo de Deus e do seu povo

🇨🇺💥🇮🇱 A GUERRA QUE CUBA PERDEU PARA ISRAEL (E QUE O REGIME JAMAIS QUER LEMBRAR)

Poucos cubanos sabem — e o regime nunca o menciona — mas Cuba já perdeu uma guerra contra Israel.

Sim, eu sei. Perdida. Em silêncio. Apagada dos livros de História.

🔥 O QUE REALMENTE ACONTECEU?

Em 1973, durante a Guerra do Yom Kippur, Fidel Castro enviou:
• Um batalhão completo de tanques cubanos,
• Pilotos, artilheiros, conselheiros,
• E centenas de soldados para reforçar a Síria contra Israel.

O objetivo:
👉 “Vencendo o sionismo com a solidariedade revolucionária”.

O resultado?
👉Uma derrota esmagadora.

As tropas cubanas foram varridas pelas forças israelenses na frente de Golan.
Houve dezenas de baixas, tanques destruídos e retirada sem glória.

Israel nem sequer mencionou Cuba em seus relatórios militares:
Era um ator menor e facilmente neutralizado.

🇨🇺❌ O REGIME APAGOU ESSA PARTE DA HISTÓRIA

Porquê? Porquê?
Porque foi uma humilhação:
• Cuba entrou em uma guerra que não era sua.
• Perdeu homens e material.
• E não conseguiu absolutamente nada.

Na verdade, muitos soldados voltaram em silêncio, sem reconhecimento e sem homenagens, porque admitir a derrota era politicamente impossível.

📌 POR QUE ISSO É IMPORTANTE HOJE?

Agora, enquanto Cuba continua apoiando Gaza e mantendo simpatias com grupos radicais do Médio Oriente, há que lembrar uma coisa:

👉 A única vez que Cuba realmente se meteu em um conflito contra Israel... perdeu.

Não foi vitória revolucionária.
Não foi internacionalismo glorioso.
Foi um erro geopolítico que acabou em desastre.

E ainda assim, 50 anos depois, a propaganda repete o mesmo discurso ideológico.

🎯 A LIÇÃO

Cuba não ganhou em África.
Não ganhou na Síria.
Não ganha na ONU.
E muito menos venceu contra Israel.

Mas a história oficial...
👉 essa sempre reescrevem.

#Cuba #Israel #HistoriaCensurada #Guerra1973 #YomKippur #LinkCubano #CubaHoy #HistoriaOculta #Polémica #Viral #Geopolítica #VerdadesIncómodas #Internacional #CubaNews 

sexta-feira, 28 de novembro de 2025

militar disse que traíram a própria farda

Após a Comissão de Interclubes Militares se manifestar sobre a prisão de membros da ativa e da reserva das Forças Armadas condenados na ação da trama golpista, o desembargador aposentado Sebastião Coelho tornou a atacar o comandante do Exército Brasileiro, Tomás Miguel Miné Paiva (foto), nas redes sociais.

Em um vídeo publicado em seu perfil no Instagram, o magistrado parabenizou a nota que criticou as prisões e disse que Tomás “trilhou pelo caminho de submissão e conivência com Alexandre de Moraes”.

“Quero cumprimentar o presidente do Clube Naval, almirante de esquadra Alexandre; o presidente do Clube Militar, general de brigada Sérgio; e o presidente do Clube da Aeronáutica, major brigadeiro Perez, pela corajosa nota com o título ‘injustas prisões’. Essa nota aborda as ilegalidades e abusos do Supremo Tribunal Federal”, disse.

“E quero registrar, para encerrar esse capítulo, a forma covarde como o comandante do Exército, o general Tomás Paiva, agiu em relação ao capitão Bolsonaro. Bolsonaro é o único dos militares presos que não está em unidade militar, está preso na Polícia Federal, ferindo a Lei 6680, que é o Estatuto dos Militares. O general Tomás, infelizmente, trilhou pelo caminho de submissão e conivência com Alexandre de Moraes”, declarou.

Desde a prisão de Bolsonaro, em 22 de novembro, Sebastião Coelho tem publicado ataques constantes a Tomás Paiva. Em outros vídeos, o magistrado alegou que o comandante segue de “cabeça baixa” e insistiu que ele é conivente com a decisão do Supremo Tribunal.

Ao Metrópoles, o Exército Brasileiro informou que “a Força não se pronuncia acerca de manifestações ou opiniões de natureza estritamente pessoal emitidas por terceiros”.

👉 Leia a matéria completa clicando no link da bio ou dos Stories.

📸 Pedro França/Agência Senado

terça-feira, 25 de novembro de 2025

Hoje os criminosos mandaram as vítimas para a cadeia

Condenado a 24 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado, o ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Anderson Torres não foi encontrado em casa na tarde desta terça-feira (25/11), no Jardim Botânico (DF). Agentes da Polícia Federal estiveram no endereço, em uma região nobre de Brasília, mas na residência só estava a esposa dele.

Ex-delegado da Polícia Federal (PF), Torres, quando for preso, cumprirá pena no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha. A determinação é do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

O STF declarou, nesta terça, o trânsito em julgado do processo (quando não há mais possibilidade de recurso) para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros réus do núcleo 1 da trama golpista, entre eles, Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e Alexandre Ramagem (PL-RJ), deputado federal e ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

Os generais Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira também foram alvos de mandados de prisão nesta terça, e o Exército já preparou a cela para as prisões no Comando Militar do Planalto (CMP). O almirante Almir Garnier Santos, ex-comandante da Marinha do Brasil, também foi preso em Brasília.

Nessa segunda-feira (24/11), Torres havia pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para cumprir a eventual pena na Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília, ou no Batalhão de Aviação Operacional (Bavop) da PM do DF.

➡️ Leia mais no metropoles.com

📸 @vinicius.foto / Metrópoles

José Pereira e o cabaré de Lilia

ANTIGO BAR DAS MANGUEIRAS DE LILIA EM CAJAZEIRAS (PB). HOJE, EM RUÍNAS

Na década de 70, com o asfaltamento da BR 230, Cajazeiras precisou de um novo contorno e esse veio pela Zona Sul, abrindo toda uma nova rodovia e novas áreas a serem ocupadas. Na nova saída da cidade, na nova saída para São José de Piranhas, havia uma fazenda onde haviam diversos mangueirais, Dona Lilia comprou uma área do outro lado e abriu um bar nos moldes do que tinha antes, porém, com espaço para estacionamento interno e apartamentos para as “meninas”. Depois teve a ousadia de construir o primeiro motel da cidade o “Dallas Motel”, com lugar reservado para estacionar os veículos. E apartamentos com ar condicionado e frigobar, um motel que hoje é comum, mas foi o primeiro a se instalar em nossa cidade.

Então, os clientes iam para “As Mangueiras”, bebiam com as ajudantes, pagando o superfaturamento normal do local exótico, escolhia a eleita e ia por carro ou a pé para seu motel. Sua receita, em nada original em outras cidades, foi replicado em nossa cidade em diversos outros lugares.

Antes que eu me esqueça, tenho que fazer dois relatos: O primeiro foi a inauguração nas Mangueiras do palco para as meninas fazerem Strip-tease. Naqueles tempos ainda não havia chegado o pool dance, e foi um verdadeiro frisson na cidade. Era o único assunto da cidade. À noite, estavam presentes quase todas as pessoas representativas de todos os segmentos de nossa sociedade: Prefeito, Juiz, Promotor, os gerentes de todos os bancos os empresários, funcionários de alto escalão ou nem tanto. Casa lotada. As apresentações começaram em torno das dez da noite e somente terminaram perto do amanhecer. 

Outro fato marcante, foi quando o vereador Severino Dantas (PT), deu entrada num projeto para conceder o título de cidadã cajazeirense à Maria de Jesus Oliveira (Lilia), pelos seus relevantes serviços prestados à comunidade. Foi um escândalo de proporções nacionais. Esse projeto teve somente o voto do propositor, mas, rendeu uma enorme matéria apresentada no Programa “Fantástico” da TV Globo, para todo o país, com uma equipe de repórteres registrando tudo: a boate, o globo, as luzes, os frequentadores. No final das contas deu uma dimensão enorme ao fato, que de outra forma não aconteceria. Já no final da vida, foi homenageada num desfile de Carnaval com o título: “Lilia, a mulher que ensinou Cajazeiras a amar”. 

Lilia era natural de São José de Piranhas (Jatobá), faleceu em 2001, aos 82 anos. 

POR: Saulo Péricles Brocos Pires Ferreira. FOTO: Blog Tribuna 10

sexta-feira, 21 de novembro de 2025

histórias do Ceará

Um dia Gonzaga Mota - ex-governador do Ceará - disse: “A política é dinâmica, mas a ética é permanente“. 
Anos se passaram e a prática continua confirmando essa afirmação, ainda que, às vezes, só a primeira metade da frase.

Nesse sábado, dia 22 de novembro, acontece o evento “PL Mulher”, em Caucaia (CE) que poderá reunir, no mesmo palco, Michelle Bolsonaro (filha de Crateuense e ex-primeira dama do Brasil) e Ciro Gomes. Esse poderá ser, até aqui, o encontro jamais imaginado por alguém. Mas, “a política é dinâmica”.

Michelle, vem reforçar o apoio à pré-candidatura ao Senado da Jornalista Priscilla Costa (atualmente Vereadora em Fortaleza/vice-presidente nacional do PL Mulher e ex-deputada Federal). Ciro já declarou apoio, para o mesmo cargo, ao Deputado Estadual, Pastor Alcides Fernandes (pai do Deputado Federal André Fernandes). Se realmente isso acontecer, será mais um recado forte de Ciro para a atual situação estadual que, com certeza, ficará mais apreensiva. Tendo em vista que, a nível nacional, Tarcísio (governador de SP) sinaliza disputar a presidência e quer unir forças com Ciro e, este, poderá decidir disputar o governo do Ceará contra o PT e seus aliados. Essa tese foi reforçada hoje, com a decisão nacional da federação União Progressista de liberar seus pares para apoiar o PT em alguns estados. Se isso for confirmado, Roberto Cláudio - recém filiado ao UNIÃO - não terá legenda pra disputar a cadeira do Executivo Cearense. Com todo esse quebra cabeça e movimentação só resta repetir: “a política é dinâmica”