terça-feira, 18 de agosto de 2026

juice assassin's

SÓ PRA NÃO CAIR NO ESQUECIMENTO!!!

JUIZ FILHO DA PUTA!!!

🚨 BERNARDO BOLDRINI: UM PEDIDO DE SOCORRO QUE TERMINOU EM TR4GÉDIA

Bernardo Uglione Boldrini tinha apenas 11 anos quando sua história chocou o Brasil.

Morador de Três Passos (RS), ele vivia com o pai, o médico Leandro Boldrini, a madrasta, Graciele Ugulini, e uma meia-irmã. Após a mørte da mãe, Odilaine Uglione, em 2010, Bernardo passou a relatar problemas na convivência familiar.

Em determinado momento, o menino chegou a procurar a Justiça para pedir que pudesse morar com a avó materna ou com a família de um amigo. Durante o depoimento, relatou que não se sentia ouvido pelo pai e que sofria constantes conflitos dentro de casa.

O juiz, que nunca havia sido procurado diretamente por uma criança em uma situação semelhante, convocou o pai para uma audiência. Leandro rejeitou a possibilidade de o filho morar com a avó e afirmou que iria se reaproximar do menino.

A Justiça então concedeu um período de 90 dias para que pai e filho reconstruíssem a relação.

Mas, segundo a investigação, esse período teria sido usado para planejar a m0rte de Bernardo.

Em 4 de abril de 2014, Graciele levou o menino de Três Passos até Frederico Westphalen sob o pretexto de comprar um presente. Durante o trajeto, Bernardo recebeu um sedativo e acabou morr3ndo após uma superdosagem.

O c0rpo foi enterrado em uma c0va rasa, em uma área de mata às margens do rio Mico. Segundo as investigações, o local havia sido preparado anteriormente por Evandro Wirganovicz, irmão de Edelvânia Wirganovicz, amiga de Graciele.

Depois, houve uma tentativa de fazer o desaparecimento parecer real, inclusive com registro de ocorrência e falsas buscas.

A investigação avançou quando a polícia encontrou contradições no caso. Um dos elementos que chamou atenção foi uma multa por excesso de velocidade aplicada a Graciele no dia do desaparecimento, enquanto Bernardo estava no veículo.

Dias depois, Edelvânia confessou sua participação e indicou aos investigadores onde o c0rpo estava.

O Ministério Público sustentou que Bernardo era visto pelos envolvidos como um “estorvo” e que havia interesse relacionado ao patrimônio deixado por sua mãe.

Os quatro envolvidos foram presos.

Em 2019, Graciele Ugulini foi condenada a 34 anos e 7 meses de prisão; Edelvânia, a 22 anos e 10 meses; e Evandro Wirganovicz, a 9 anos e 6 meses.

Leandro Boldrini teve o primeiro julgamento anulado. Em março de 2023, foi novamente levado a júri e condenado a 31 anos e 8 meses de prisão, sendo absolvido da acusação de ocultação de c4dáver.

Com o passar dos anos, o cenário prisional dos envolvidos mudou: Evandro passou a cumprir liberdade condicional, Leandro foi para o regime semiaberto em 2023 e Graciele obteve o benefício em 2025. Edelvânia m0rreu na prisão em 2025.

A história de Bernardo permanece como um dos casos criminais mais marcantes do Rio Grande do Sul — especialmente porque, antes de tudo acontecer, um menino de apenas 11 anos já havia pedido ajuda à Justiça.

📌 Fonte: informações públicas do processo judicial e reportagens da imprensa sobre o caso Bernardo Boldrini.