Patrick e John Collison nasceram na zona rural da Irlanda, foram educados em casa pelos pais e começaram a programar antes mesmo de aprender a escrever em letra cursiva. Aos 16 anos, Patrick já ganhava prêmios de ciência, e aos 17 foi aceito no MIT. John foi para Harvard logo depois. Mas nenhum deles ficou por muito tempo.
Eles abandonaram a faculdade, não para festejar, mas para construir.
A primeira startup surgiu como uma ferramenta para o eBay chamada Auctomatic, vendida por 5 milhões de dólares quando tinham apenas 18 e 19 anos. Mas, em meio a essa conquista, perceberam um problema que ninguém estava resolvendo: os pagamentos online eram lentos, complicados e cheios de falhas.
Foi então que veio a pergunta que mudaria tudo:
“E se pagar online fosse tão simples quanto copiar e colar?”
Nascia ali a ideia da Stripe.
Em 2010, os irmãos lançaram uma API simples, sem glamour, sem promessas exageradas. Apenas uma ferramenta limpa e funcional para processar pagamentos online. Enquanto o mundo corria atrás das redes sociais, eles escolheram o caminho entediante — e foi justamente isso que os levou ao topo.
Logo, empresas como Shopify, Lyft e Kickstarter começaram a usar o sistema. Elon Musk, Peter Thiel e grandes fundos do Vale do Silício investiram. Em poucos anos, a Stripe se tornou o motor silencioso por trás da internet.
Hoje, ela processa 1,3% de todo o PIB global. Mais do que toda a economia da Suíça.
E mesmo com um império de bilhões, Patrick e John continuam levando uma vida discreta, viajando de classe econômica e mantendo o foco no que realmente importa: construir algo duradouro.
A mentalidade deles?
Pense a longo prazo.
Construa algo simples.
Pense globalmente.
Enquanto muitos perseguem a fama, os Collison construíram a espinha dorsal da internet.
#Stripe #Startup #Empreendedorismo #Inovacao #Tecnologia #Negocios #ValeDoSilicio #Motivacao #Mindset #HistoriaDeSucesso #Inspiração #CarlaCatarina